O Benfica despediu-se hoje em definitivo da liga, e do grande objetivo que era a conquista de um inédito penta.
As razões hei-de explana-las lá mais para a frente, mas que nada disto é para mim novidade ou motivo de surpresa, é uma grande verdade, basta ler o que ao longo da época fui escrevendo.
Esta equipa do Benfica, tem dois ou três jogadores nucleares , e sem eles a equipa torna-se vulgar e banal.
Hoje face à ausencia de Jonas , tivemos também a ausência de Fejsa e aos 30' ficámos sem o outro esteio da equipa, aquele que em toda a época foi o jogador mais regular, André Almeida.
O Benfica mandou em toda a 1a parte, mas uma vez mais sem Jonas, a equipa torna-se perdularia, a falta de eficácia é confrangedora, e toda a manobra atacante se faz de uma forma mais atabalhoada, Jonas joga, faz jogar e chancela o golo.
Pese embora ter mandado no jogo durante a 1a parte, mesmo ficando em vantagem no marcador, o Benfica no seu sector defensivo ressentiu-se e de que maneira da falta de Jardel, Luisão foi a caricatura da decadência da sua carreira, cometeu erros atrás de erros, deslizes atrás de deslizes e com um índice de faltas cometidas inusitado , foram 90' de uma tremideira impressionante parecendo mesmo não entender o seu posicionamento, e claro está em duas aparições na área encarnada o Tondela concretizou as duas saindo para o intervalo em vantagem.
Na 2a parte o Benfica ainda teve uns 15 ' de pressão constante, mas com tudo a sair mal e com o decorrer do tempo foi-se apoderando a descrença, a falta de confiança, e depois de mais um deslize inacreditável de Luisão o Tondela faz o 1-3 sentenciando a partida.
Nos descontos o Benfica ainda reduziu, mas o sonho do tetra morreu hoje em pleno Estádio da Luz.
O árbitro Nuno Almeida cometeu erros para ambos os lados não teve influência nenhuma no resultado e o ponto final na liga não se deveu às arbitragens.
O grande obreiro da perda do penta tem nome e tem rosto, mas como disse no inicio da minha crónica o balanço farei no final do campeonato.
As razões hei-de explana-las lá mais para a frente, mas que nada disto é para mim novidade ou motivo de surpresa, é uma grande verdade, basta ler o que ao longo da época fui escrevendo.
Esta equipa do Benfica, tem dois ou três jogadores nucleares , e sem eles a equipa torna-se vulgar e banal.
Hoje face à ausencia de Jonas , tivemos também a ausência de Fejsa e aos 30' ficámos sem o outro esteio da equipa, aquele que em toda a época foi o jogador mais regular, André Almeida.
O Benfica mandou em toda a 1a parte, mas uma vez mais sem Jonas, a equipa torna-se perdularia, a falta de eficácia é confrangedora, e toda a manobra atacante se faz de uma forma mais atabalhoada, Jonas joga, faz jogar e chancela o golo.
Pese embora ter mandado no jogo durante a 1a parte, mesmo ficando em vantagem no marcador, o Benfica no seu sector defensivo ressentiu-se e de que maneira da falta de Jardel, Luisão foi a caricatura da decadência da sua carreira, cometeu erros atrás de erros, deslizes atrás de deslizes e com um índice de faltas cometidas inusitado , foram 90' de uma tremideira impressionante parecendo mesmo não entender o seu posicionamento, e claro está em duas aparições na área encarnada o Tondela concretizou as duas saindo para o intervalo em vantagem.
Na 2a parte o Benfica ainda teve uns 15 ' de pressão constante, mas com tudo a sair mal e com o decorrer do tempo foi-se apoderando a descrença, a falta de confiança, e depois de mais um deslize inacreditável de Luisão o Tondela faz o 1-3 sentenciando a partida.
Nos descontos o Benfica ainda reduziu, mas o sonho do tetra morreu hoje em pleno Estádio da Luz.
O árbitro Nuno Almeida cometeu erros para ambos os lados não teve influência nenhuma no resultado e o ponto final na liga não se deveu às arbitragens.
O grande obreiro da perda do penta tem nome e tem rosto, mas como disse no inicio da minha crónica o balanço farei no final do campeonato.

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