O Benfica voltou hoje a fazer uma enorme demonstração de futebol de ataque.
Perante um Chaves a defender a 3 metros da sua grande área , num duplo bloco 5-4, tentando tapar todos os caminhos para a sua área, foi preciso haver um Benfica a jogar com paciência e muita persistência, para derrubar esta muralha defensiva flaviense.
O Chaves resistiu até onde pode, o rolo compressor encarnado sufocava , não deixava os jogadores do Chaves terem posse, e a grande dificuldade residiu até ao 1o golo, com a bola vinda da direita para a esquerda, Félix com um dominio fantástico da bola cruza junto à linha final , a defesa do Chaves desiquilibra-se, o central chuta a bola contra outro companheiro e dessa carambola vem o ressalto que Rafa aproveitou.
Estava feito o mais dificil, mas o Benfica continuou na mesma toada, sempre à procura da área adversária , foram perdidas algumas boas oportunidades de golo, umas pela boa exibição do guarda redes do Chaves, mas o 2o golo viria mesmo a aparecer, numa bola metida para as costas da defesa do Chaves , Félix a isolar-se remata forte com o pé direito para boa defesa do guarda redes, e na recarga com o pé esquerdo fuzilou a baliza , fazendo o 2o golo.
Era o golo da tranquilidade, mas o Benfica estava imparável , e Seferovic insaciável e naturalmente em mais uma excelente jogada colectiva, o suíço faz o 3o golo , marcando o seu oitavo em 8 jornadas do campeonato, isolando-se na lista dos melhores marcadores.
Na 2a parte e com um resultado confortável, o Benfica fez uma segunda parte de gestão, com a equipa sempre a trocar bem a bola, e mesmo não acelerando muito , criou oportunidades para dilatar ainda mais o resultado, no entanto no fechar do pano ainda veio o 4o golo pelo eterno Jonas.
Com uma defesa de recurso , Samaris ao lado de Ruben Dias, Corchia na lateral direita, a grande verdade, é que todo o sector defensivo esteve certinho, não dando espaço, com Samaris a jogar como se tivesse rotinas correntes naquela posição .
Na linha média , Florentino Luis à frente dos centrais, a jogar com uma sobriedade incrivel, Gabriel o melhor em campo, defende, participa na fase de construção , está um senhor jogador , muito diferente do Gabriel da era Vitória .
Pixzi miito bem na direita e Rafa excelente na esquerda a vir para terrenos interiores em diagonais espetaculares.
Na frente a dupla Félix / Seferovic está cada vez mais funcional e letal.
A equipa do Benfica está de facto com muita moral, e vai para o jogo do título com muita confiança.
Uma referência à arbitragem e como foi pissivelmesmo recorrendo ao video, Manuel Mota não ter assinalado um penalti evifente sobre Pizzi.
No sábado pide jogar Marega , Brahimi, Tiquinho Soares, Danilo, que nafa assusta de facto, assusta muito mais o que irá ser a arbitragem no seu conjunto com o VAR incluido.
A foto
BENFICA 0 GALATASARAY 0
A primeira ilação que podemos tirar desta eliminatória é concluirmos que Bruno Lage geriu esta eliminatória de uma forma excelente, colocando muitos miúdos nos dois jogos, fazendo descansar alguns habituais titulares, arriscando e muito, porque tantas foram as alterações que de facto Lage correu muitos riscos, mas melhor do que ninguém ele sabe o quanto arriscou, e o que é facto é que chegou para passar esta eliminatória , sem ter necessidade de ter colocado nos dois jogos o seu melhor onze.
Por outro lado o Galatasaray, com Fatih Terym, talvez o melhor e mais experiente treinador turco, esperava-se que uma vez em desvantagem na eliminatória, jogasse de olhos postos na baliza do Benfica, mas na verdade Terym não arriscou, foi um treinador conservador, não foi à procura do resultado, e não passou a eliminatória , parecendo que ficou satisfeito por simplesmente não ter perdido no Estádio da Luz.
O Benfica propositadamente deu a iniciativa de jogo aos turcos que nunca tiveram arte nem engenho para transformar esse dominio, e materializa-lo em oportunidades de golo.
Por seu lado o Benfica jogando nos variadíssimos erros que o adversário cometeu, esbanjou algumas boas oportunidades de golo , umas vezes por azar, outras por inépcia , foi a unica equipa que quis ganhar o jogo, falhou no entanto no capitulo da finalização.
Muito bem em termos defensivos, o Benfica tem uma unica falha no aspecto defensivo, quando Vlachodimos coloca a bola nos pés de Gedson e à saída da sua área perde infantilmente para um adversário, valeu o fora de jogo do avançado turco .
Na parte final do jogo existe um lance em que a bola entra mesmo na baliza do Benfica, num lance anulado e mal pelo arbitro , assinalando um fora de jogo inexistente.
A meio da segunda parte existe também um penalti evidente, um empurrão a Seferovic em plena área e que também não foi assinalado.
Acabou por ser uma eliminatória mais fácil do que era expectável, onde no conjunto das duas mãos deu para fazer uma excelente rotação da equipa, com jogadores como Ferro e Florentino a transformarem-se em mais duas boas soluções para a equipa.
Por outro lado o Galatasaray, com Fatih Terym, talvez o melhor e mais experiente treinador turco, esperava-se que uma vez em desvantagem na eliminatória, jogasse de olhos postos na baliza do Benfica, mas na verdade Terym não arriscou, foi um treinador conservador, não foi à procura do resultado, e não passou a eliminatória , parecendo que ficou satisfeito por simplesmente não ter perdido no Estádio da Luz.
O Benfica propositadamente deu a iniciativa de jogo aos turcos que nunca tiveram arte nem engenho para transformar esse dominio, e materializa-lo em oportunidades de golo.
Por seu lado o Benfica jogando nos variadíssimos erros que o adversário cometeu, esbanjou algumas boas oportunidades de golo , umas vezes por azar, outras por inépcia , foi a unica equipa que quis ganhar o jogo, falhou no entanto no capitulo da finalização.
Muito bem em termos defensivos, o Benfica tem uma unica falha no aspecto defensivo, quando Vlachodimos coloca a bola nos pés de Gedson e à saída da sua área perde infantilmente para um adversário, valeu o fora de jogo do avançado turco .
Na parte final do jogo existe um lance em que a bola entra mesmo na baliza do Benfica, num lance anulado e mal pelo arbitro , assinalando um fora de jogo inexistente.
A meio da segunda parte existe também um penalti evidente, um empurrão a Seferovic em plena área e que também não foi assinalado.
Acabou por ser uma eliminatória mais fácil do que era expectável, onde no conjunto das duas mãos deu para fazer uma excelente rotação da equipa, com jogadores como Ferro e Florentino a transformarem-se em mais duas boas soluções para a equipa.
D. AVES 0 BENFICA 3
O Benfica tinha hoje a tarefa de recuperar a desvantagem de 1 ponto para o seu mais direto rival, e alargar para o 3o classificado, o Sp. Braga, a vantagem para 4 pontos.
Adivinhava-se um jogo dificil, o Aves tem vindo a recuperar terreno desde a saída de José Mota, tem feito boas exibições , mas o Benfica entrou com a postura que nos tem vindo a habituar desde que Bruno Lage pegou no leme da equipa, com pressão alta, uma rápida reacção à perda de bola, e a marcar aos 3' de novo por Seferovic, o que eleva sempre a moral e acalma a equipa.
Por outro lado este suíço está cada vez mais um ponta de lança mais letal e a jogar bastante bem até a assistir.
Depois do golo, houve uma reacção muito interessante por parte do Aves, e entre os 15 e os 30 minutos, tomou conta do meio campo, roubou a bola ao Benfica, começou a acercar-se com perigo à área , contudo não conseguiu criar oportunidades de golo dignas de registo, mas teve o mérito de colocar o Benfica em sentido, enervando de alguma forma a equipa.
À passagem da meia hora veio o golo de Rafa, que teve o condão de acalmar a equipa, pois a partir daí o Benfica voltou ao dominio do jogo, e voltou a sentir-se confortável, jogando de forma a levar a preciosa vantagem para o intervalo.
Na 2a parte o Benfica volta a entrar bem e na sequência de uma bola parada, o central Ferro marca de novo, fazendo dois golos em dois jogos a titular, matando o jogo.
Ferro, é um miudo com potencial, falta-lhe ainda alguma manha, algum calo, e num lance típico de um ponta de lança experiente como é Derley, este ganha-lhe as costas, isola-se , e Ferro agarra-o ainda à entrada da área, mas a expulsão é evidente.
Reduzido a 10, Samaris derivou para central, Pizzi colou em Gabriel, e a equipa do Benfica partiu um pouco, e nem a entrada de Gedson reequilibrou porque nesta altura Gabriel já tinha dado tudo em termos físicos, e neste momento parece-me um jogador que claramente está a necessitar de rotação, de facto não estava previsto jogar tanto tempo em Istambul, mas a milésima lesão de Salvio assim o obrigou.
Foi cumprido mais um objectivo, o Benfica voltou a criar a pressão em cima do rival que não parece estar muito confortável com esta situação, e parece-me qur daqui a 15 dias o jogo vai dizer-nos muito daquilo que irá ser o resto da época, não decidirá, mas poderá ajudar a clarificar.
Um aparte, Ruben Dias continua demasiado voluntarioso e agressivo em alturas em que deve ser mais comedido, é inadmissivel a entrada que fez na parte final do jogo sabendo que o companheiro do eixo já tinha levado vermelho, ele próprio já estava amarelado, e podia ter saído expulso desse lance, mas desta vez contou com a benevolência de Nuno Miguel, que o poupou à 2a cartolina amarela e a respetuva expulsão.
Tem que ter mais calma.
Adivinhava-se um jogo dificil, o Aves tem vindo a recuperar terreno desde a saída de José Mota, tem feito boas exibições , mas o Benfica entrou com a postura que nos tem vindo a habituar desde que Bruno Lage pegou no leme da equipa, com pressão alta, uma rápida reacção à perda de bola, e a marcar aos 3' de novo por Seferovic, o que eleva sempre a moral e acalma a equipa.
Por outro lado este suíço está cada vez mais um ponta de lança mais letal e a jogar bastante bem até a assistir.
Depois do golo, houve uma reacção muito interessante por parte do Aves, e entre os 15 e os 30 minutos, tomou conta do meio campo, roubou a bola ao Benfica, começou a acercar-se com perigo à área , contudo não conseguiu criar oportunidades de golo dignas de registo, mas teve o mérito de colocar o Benfica em sentido, enervando de alguma forma a equipa.
À passagem da meia hora veio o golo de Rafa, que teve o condão de acalmar a equipa, pois a partir daí o Benfica voltou ao dominio do jogo, e voltou a sentir-se confortável, jogando de forma a levar a preciosa vantagem para o intervalo.
Na 2a parte o Benfica volta a entrar bem e na sequência de uma bola parada, o central Ferro marca de novo, fazendo dois golos em dois jogos a titular, matando o jogo.
Ferro, é um miudo com potencial, falta-lhe ainda alguma manha, algum calo, e num lance típico de um ponta de lança experiente como é Derley, este ganha-lhe as costas, isola-se , e Ferro agarra-o ainda à entrada da área, mas a expulsão é evidente.
Reduzido a 10, Samaris derivou para central, Pizzi colou em Gabriel, e a equipa do Benfica partiu um pouco, e nem a entrada de Gedson reequilibrou porque nesta altura Gabriel já tinha dado tudo em termos físicos, e neste momento parece-me um jogador que claramente está a necessitar de rotação, de facto não estava previsto jogar tanto tempo em Istambul, mas a milésima lesão de Salvio assim o obrigou.
Foi cumprido mais um objectivo, o Benfica voltou a criar a pressão em cima do rival que não parece estar muito confortável com esta situação, e parece-me qur daqui a 15 dias o jogo vai dizer-nos muito daquilo que irá ser o resto da época, não decidirá, mas poderá ajudar a clarificar.
Um aparte, Ruben Dias continua demasiado voluntarioso e agressivo em alturas em que deve ser mais comedido, é inadmissivel a entrada que fez na parte final do jogo sabendo que o companheiro do eixo já tinha levado vermelho, ele próprio já estava amarelado, e podia ter saído expulso desse lance, mas desta vez contou com a benevolência de Nuno Miguel, que o poupou à 2a cartolina amarela e a respetuva expulsão.
Tem que ter mais calma.
GALATASARAY 1 BENFICA 2
Hoje não vou fazer a minha habitual cronica, uma vez que só vi parte da 2a parte ou a espaços.
Hoje vou falar de um jovem treinador que há um mês e meio atrás era treinador da equipa B e que jamais lhe terá passado pela cabeça ser o treinador do plantel profissional do SLB. Mas é.
E para ser tem mesmo que se ser, não basta parecer.
Tudo isso Bruno Lage, tem feito no seu pequeno mas já valioso percurso como treinador da equipa principal.
Um treinador que não teve medo de entrar em rutura com o até então presente, desenhou um novo sistema para a equipa, enquadrou-a da melhor forma, impôs as suas ideias e conceitos de uma forma simples, e colocou jogadores a jogarem futebol e a colocarem intensidade no seu trabalho dentro do campo.
Subiu a equipa, promoveu proscritos de Rui Vitória como Samaris e Gabriel, apostou em definitivo em Félix e ganhou mais duas grandes realidades , Ferro e Florentino.
A diferença entre o ter medo e ser destemido está aqui.
Hoje há muito maior oferta de plantel porque Lage ao contrário de Vitória não tem medo de fazer rotação, aposta, dá moral a quem entra, e no fim tem mais soluções que o seu antecessor, porque havia medo de apostar, por isso pouco ou nada rodava , por isso tinha a equipa cansada, com lesões atrás de lesões, e um plantel restante completamente desmotivado, onde já nem a mensagem passava.
O problema por vezes encontra-se na teimosia de quem dirige o Benfica, que se sente o dono da verdade, e guia-se através de luzes que em algins casos, sobretudo na gestão destas cousas da bola ou são foscas ou rapidamente se fundem, mas no entretanto perde-se tempo e quiçá titulos.
LFV tem que colocar os dossiers do futebol aos poucos homens da bola que ainda tem em seu redor.
Espero que Lage ainda vá a tempo de discutir o que falta da época , mas pelo menos veio a tempo de nos premiar com bom futebol que há tantos meses estava afastado do nosso clube.
A sua audácia tem vindo paulatinamente a dar novos jogadores para a equipa e a formar um grupo coeso em prol de objectivos comuns. A conquista de titulo
Hoje e pela primeira vez na história ganhamos em solo turco, com seis jogadores provenuentes da equipa B.
Viva o Benfica.
Hoje vou falar de um jovem treinador que há um mês e meio atrás era treinador da equipa B e que jamais lhe terá passado pela cabeça ser o treinador do plantel profissional do SLB. Mas é.
E para ser tem mesmo que se ser, não basta parecer.
Tudo isso Bruno Lage, tem feito no seu pequeno mas já valioso percurso como treinador da equipa principal.
Um treinador que não teve medo de entrar em rutura com o até então presente, desenhou um novo sistema para a equipa, enquadrou-a da melhor forma, impôs as suas ideias e conceitos de uma forma simples, e colocou jogadores a jogarem futebol e a colocarem intensidade no seu trabalho dentro do campo.
Subiu a equipa, promoveu proscritos de Rui Vitória como Samaris e Gabriel, apostou em definitivo em Félix e ganhou mais duas grandes realidades , Ferro e Florentino.
A diferença entre o ter medo e ser destemido está aqui.
Hoje há muito maior oferta de plantel porque Lage ao contrário de Vitória não tem medo de fazer rotação, aposta, dá moral a quem entra, e no fim tem mais soluções que o seu antecessor, porque havia medo de apostar, por isso pouco ou nada rodava , por isso tinha a equipa cansada, com lesões atrás de lesões, e um plantel restante completamente desmotivado, onde já nem a mensagem passava.
O problema por vezes encontra-se na teimosia de quem dirige o Benfica, que se sente o dono da verdade, e guia-se através de luzes que em algins casos, sobretudo na gestão destas cousas da bola ou são foscas ou rapidamente se fundem, mas no entretanto perde-se tempo e quiçá titulos.
LFV tem que colocar os dossiers do futebol aos poucos homens da bola que ainda tem em seu redor.
Espero que Lage ainda vá a tempo de discutir o que falta da época , mas pelo menos veio a tempo de nos premiar com bom futebol que há tantos meses estava afastado do nosso clube.
A sua audácia tem vindo paulatinamente a dar novos jogadores para a equipa e a formar um grupo coeso em prol de objectivos comuns. A conquista de titulo
Hoje e pela primeira vez na história ganhamos em solo turco, com seis jogadores provenuentes da equipa B.
Viva o Benfica.
BENFICA 10 NACIONAL 0
Foi um recital de futebol de ataque desde o 1o ao 90o minuto.
Uma procura incessante da bola, em posse uma determinação incrivel em jogar rápido ao 1o toque, com dinâmica , com a bola a descair ora por uma ala ora por outra, mudanças repentinas de flanco, um ponta de lança furacão e um adversário completamente de cabeça perdida e aqui estão os condimentos para a razão desta goleada de 10-0, a maior que vi o Benfica fazer desde que sou vivo.
De facto não há muito a dizer, mas o golo aos 40'' ajudou imenso , porque hoje o Benfica tinha por missão tentar ganhar o jogo aproveitar o deslize do adversário direto e encurtar distâncias, e por vezes esse objectivo causa por si próprio pressão colectiva, e o 1o golo tão madrugador permitiu à equipa galvanizar-se, depois antes do quarto de hora de jogo veio o segundo e depois começou de facto o recital de futebol atacante.
O resultado de 3-0 ao intervalo já era um mau menor para o Nacional.
Hoje o Benfica apresentou de novo um meio campo de grande dinamismo, Gabriel permite que Samaris não seja meramente um médio defensivo, os dois complementam-se e revezam-se na tarefa de levar o Benfica para a frente, não ficam tão estáticos como Fejsa, embora este defenda melhor, contudo a sua presença em campo, não permite que o Benfica consiga chegar-se tão à frente, e pressionar a zona de construção do adversário logo ao seu inicio.
Os jogadores do Nacional nunca se adaptaram a esta pressão tão alta, e perderam a bola invariavelmente.
O intervalo não foi bom conselheiro, o Nacional entrou da mesma forma, e o Benfica também, nunca perdeu o foco pela baliza, como muitas vezes acontece quando já tem um resultado confortante, e de facto o Nacional tem que se vitimizar pelos erros cometidos e também porque apanhou um Benfica que até ao ultimo segundo de jogo andou sempre à procura de mais golos.
É um resultado sem paralelo que premeia o trabalho que está a ser realizado por Bruno Lage, que regenorou todos os processos da equipa, não se limitou a mudar o sistema, construiu o seu sistema , com um meio campo mais musculado, recuperando Samaris, dando mais liberdade e raio de acção a Gabriel, deu injecções de confiança ao miudo Félix, tornando-o um titular indiscutivel e por necessidade lançou hoje Ferro que teve uma tarde muito descansada porque o adversário foi inofensivo, mas jogou sem complexos e até foi à frente fazer um golo de cabeça fulminando as redes adversárias.
O regresso de Jonas não podia ser melhor, 17 minutos em campo 2 golos e a dar a confiança de que continua a ser o mesmo Jonas só que agora a espaços porque há o João Félix.
Florentino Luis, 27 minutos em campo e o jogador que mais bolas recuperou, só este facto aliado à forma descomplexada com que jogou, é uma grande surpresa e um jogador que pode ser o sucessor de Fejsa numa posição que o Benfica não tem tido alternativa.
O resultado foi volumoso, mas só contaram três pontos, só se ganhou um jogo um jogo que era importante vencer para nos encostarmos ao adversário direto, mas agora tem que haver continuidade, a distância para o primeiro lugar é somente de 1 ponto.
Na era Bruno Lage, o Benfica de sete pontos está apenas a 1, em 6 jornadas tem 6 vitórias e a equipa conta com 26 golos marcados e 5 sofridos, dois deles logo no seu jogo de estreia.
É de facto um Benfica muito diferente daquele que se andou a arrastar no 1o terço da época, e todos aqueles que dizem que Rui Vitória foi proscrito pelo plantel, pode ser verdade, mas o que não é menos verdade é que os jogadores já não gostavam da sua ideia de jogo, e a sua insistência nos mesmos, criou uma clivagem enorme entre o plantel e as suas ideias fixas, e Bruno Lage veio dar razão a este mesmo plantel.
Uma procura incessante da bola, em posse uma determinação incrivel em jogar rápido ao 1o toque, com dinâmica , com a bola a descair ora por uma ala ora por outra, mudanças repentinas de flanco, um ponta de lança furacão e um adversário completamente de cabeça perdida e aqui estão os condimentos para a razão desta goleada de 10-0, a maior que vi o Benfica fazer desde que sou vivo.
De facto não há muito a dizer, mas o golo aos 40'' ajudou imenso , porque hoje o Benfica tinha por missão tentar ganhar o jogo aproveitar o deslize do adversário direto e encurtar distâncias, e por vezes esse objectivo causa por si próprio pressão colectiva, e o 1o golo tão madrugador permitiu à equipa galvanizar-se, depois antes do quarto de hora de jogo veio o segundo e depois começou de facto o recital de futebol atacante.
O resultado de 3-0 ao intervalo já era um mau menor para o Nacional.
Hoje o Benfica apresentou de novo um meio campo de grande dinamismo, Gabriel permite que Samaris não seja meramente um médio defensivo, os dois complementam-se e revezam-se na tarefa de levar o Benfica para a frente, não ficam tão estáticos como Fejsa, embora este defenda melhor, contudo a sua presença em campo, não permite que o Benfica consiga chegar-se tão à frente, e pressionar a zona de construção do adversário logo ao seu inicio.
Os jogadores do Nacional nunca se adaptaram a esta pressão tão alta, e perderam a bola invariavelmente.
O intervalo não foi bom conselheiro, o Nacional entrou da mesma forma, e o Benfica também, nunca perdeu o foco pela baliza, como muitas vezes acontece quando já tem um resultado confortante, e de facto o Nacional tem que se vitimizar pelos erros cometidos e também porque apanhou um Benfica que até ao ultimo segundo de jogo andou sempre à procura de mais golos.
É um resultado sem paralelo que premeia o trabalho que está a ser realizado por Bruno Lage, que regenorou todos os processos da equipa, não se limitou a mudar o sistema, construiu o seu sistema , com um meio campo mais musculado, recuperando Samaris, dando mais liberdade e raio de acção a Gabriel, deu injecções de confiança ao miudo Félix, tornando-o um titular indiscutivel e por necessidade lançou hoje Ferro que teve uma tarde muito descansada porque o adversário foi inofensivo, mas jogou sem complexos e até foi à frente fazer um golo de cabeça fulminando as redes adversárias.
O regresso de Jonas não podia ser melhor, 17 minutos em campo 2 golos e a dar a confiança de que continua a ser o mesmo Jonas só que agora a espaços porque há o João Félix.
Florentino Luis, 27 minutos em campo e o jogador que mais bolas recuperou, só este facto aliado à forma descomplexada com que jogou, é uma grande surpresa e um jogador que pode ser o sucessor de Fejsa numa posição que o Benfica não tem tido alternativa.
O resultado foi volumoso, mas só contaram três pontos, só se ganhou um jogo um jogo que era importante vencer para nos encostarmos ao adversário direto, mas agora tem que haver continuidade, a distância para o primeiro lugar é somente de 1 ponto.
Na era Bruno Lage, o Benfica de sete pontos está apenas a 1, em 6 jornadas tem 6 vitórias e a equipa conta com 26 golos marcados e 5 sofridos, dois deles logo no seu jogo de estreia.
É de facto um Benfica muito diferente daquele que se andou a arrastar no 1o terço da época, e todos aqueles que dizem que Rui Vitória foi proscrito pelo plantel, pode ser verdade, mas o que não é menos verdade é que os jogadores já não gostavam da sua ideia de jogo, e a sua insistência nos mesmos, criou uma clivagem enorme entre o plantel e as suas ideias fixas, e Bruno Lage veio dar razão a este mesmo plantel.
ANDREAS SAMARIS
Sou desde há dois anos uma voz discordante da forma como o Benfica vem sendo gerido.
Vários são os posts onde coloco o dedo na ferida, e o assunto relativo à politica de contratações tem sido um dos que mais me tenho batido.
Com efeito nos sucessivos mandatos de LFV , em parceria com o seu amigo estratégico Jorge Mendes, temos assistido à entrada "à pazada" de inumeros jogadores que jogam pouco ou nada e outros ainda que não vestem sequer o manto sagrado.
São negociatas muito pouco claras, onde o clube vai gastando rios de dinheiro, para depois os jogadores serem emprestados e nunca mais colocarem os pés no clube.
É algo que cheira a esturro, cheira a comissionistas que pouco se estão importando para o saneamento financeiro do clube, porque devem colocar os seus bolsos em 1o lugar.
Seria fastidioso alavancar todo um regimento que nos ultimos anos tem sido contratado basicamente para os vermos debutar noutros emblemas.
E isto vem a propósito de um jogador, no caso Samaris, um profissional de mão cheia, daqueles antes quebrar que torcer, que dá tudo o que tem e que não tem, está em final de contrato, mas presumo, deve ser muito mal amado pela administração do nosso clube, como não é um jogador da Troika de Jorge Mendes, não lhe querem renovar o contrato.
Para além de ter sido proscrito pelo ex-treinador vai lá saber-se porquê.
Com Lage joga, e bem , e dá o litro, é um jogador que faz várias posições, a 6, a 8, e até a central, está neste momento a ser precioso ao clube, e continua à espera da renovação.
Jogador e familia adaptados a Lisboa, nela gostariam de permanecer, já descartou Newcastle, nota-se que prefere continuar no clube, Bruno Lage já fez saber que se trata de um jogador importante apesar dos seus 29 anos.
Sr. LFV, deixe-se de parcerias, algumas delas autênticos flops, e renove contrato com quem é bom profissional e sente o Benfica.
Para quem não tem conhecimento Samaris é um jogador com uma influência bastante positiva no seio do plantel, importante na criação de laços , portanto tem tudo para renovar, e só por questões extra desportivas que não se vislumbram, podem ser aceitáveis para a não renovação.
Se é uma questão económica então olhe para dentro de casa, e veja com quem renovou nos ultimos tempo
s e que o rendimento tem sido fraquissimo, temos o exemplo de Sálvio, para além da questão das lesões tem estado a época inteira fora de forma.
Bom senso Sr. LFV, que é algo que lhe tem faltado nos ultimos tempos.
Vários são os posts onde coloco o dedo na ferida, e o assunto relativo à politica de contratações tem sido um dos que mais me tenho batido.
Com efeito nos sucessivos mandatos de LFV , em parceria com o seu amigo estratégico Jorge Mendes, temos assistido à entrada "à pazada" de inumeros jogadores que jogam pouco ou nada e outros ainda que não vestem sequer o manto sagrado.
São negociatas muito pouco claras, onde o clube vai gastando rios de dinheiro, para depois os jogadores serem emprestados e nunca mais colocarem os pés no clube.
É algo que cheira a esturro, cheira a comissionistas que pouco se estão importando para o saneamento financeiro do clube, porque devem colocar os seus bolsos em 1o lugar.
Seria fastidioso alavancar todo um regimento que nos ultimos anos tem sido contratado basicamente para os vermos debutar noutros emblemas.
E isto vem a propósito de um jogador, no caso Samaris, um profissional de mão cheia, daqueles antes quebrar que torcer, que dá tudo o que tem e que não tem, está em final de contrato, mas presumo, deve ser muito mal amado pela administração do nosso clube, como não é um jogador da Troika de Jorge Mendes, não lhe querem renovar o contrato.
Para além de ter sido proscrito pelo ex-treinador vai lá saber-se porquê.
Com Lage joga, e bem , e dá o litro, é um jogador que faz várias posições, a 6, a 8, e até a central, está neste momento a ser precioso ao clube, e continua à espera da renovação.
Jogador e familia adaptados a Lisboa, nela gostariam de permanecer, já descartou Newcastle, nota-se que prefere continuar no clube, Bruno Lage já fez saber que se trata de um jogador importante apesar dos seus 29 anos.
Sr. LFV, deixe-se de parcerias, algumas delas autênticos flops, e renove contrato com quem é bom profissional e sente o Benfica.
Para quem não tem conhecimento Samaris é um jogador com uma influência bastante positiva no seio do plantel, importante na criação de laços , portanto tem tudo para renovar, e só por questões extra desportivas que não se vislumbram, podem ser aceitáveis para a não renovação.
Se é uma questão económica então olhe para dentro de casa, e veja com quem renovou nos ultimos tempo
s e que o rendimento tem sido fraquissimo, temos o exemplo de Sálvio, para além da questão das lesões tem estado a época inteira fora de forma.
Bom senso Sr. LFV, que é algo que lhe tem faltado nos ultimos tempos.
BENFICA 2 SPORTING 1
Tal como tinga previsto, o derby de hoje foi muito diferente do disputado no domingo.
Hoje o Sporting deu a iniciativa de jogo ao Benfica, jogou 75 minutos atrás da linha da bola, e obviamente não entrando na Luz como o Benfica entrou em Alvalade, com transições rápidas, não conseguiu impor o seu contra ataque.
Como tal não conseguiu criar oportunidades de golo, nem tão pouco colocou em causa fosse
o que fosse.
De referir que o jogo de hoje foi um mau jogo de futebol, foi o que se chama um jogo trapalhão, muitas perdas de bola de parte a parte durante todo o tempo de jogo e de forma sucessiva , momentos houve em que de 5 em 5 segundos a bola andava a passar nos pés dos jogadores das duas equipas.
Um árbitro péssimo que ajudou a que o jogo não fosse melhor, apitando faltas e faltinhas, não discernindo nem comprendendo que o futebol tem contacto , e que algum desse contacto não é faltoso, e outro é de facto faltoso e não é sancionado e isso vai enervando jogadores, corta o ritmo de jogo e quando o mesmo não está a ser bem jogado este tipo de arbitragens ajudam a empobrecer ainda mais o espectaculo.
Esta eliminatória podia e devia de ter ficado resolvida na noite de hoje, esta equipa do Sporting é muito frágil, não tem qualidade nenhuma, e mais uma vez foi o unico jogador que nos dois derbys conseguiu sobressair da mediocridade geral, Bruno Fernandes, a marcar o golo que coloca o Sporting na disputa de uma eliminatória que estava de facto perdida porque o 2-0 não é de facto a mesma coisa que 2-1.
O resultado foi muito lisonjeiro para o Sporting, mas pelos ultimos 15 minutos do Benfica que não conseguiu ter cabeça fria para trocar a bola com calma, procurando desenfreadamente o 3o golo que de facto podia ter acontecido uma ou duas vezes, lembrando-me da perdida clamorosa de Grimaldo que arrumaria a eliminatória.
Portanto o golo do Sporting e pela sua ineficácia atacante só pidia surgir de bola parada, com um livre directo marcado superiormente pelo unico jogador do Sporting que tem de facto categoria acima da média.
Uma competição que foi introduzida nas meias finais, jogos a duas mãos, uma alteração que proporciona mais um jogo a cada participante, com beneficios financeiros evidentes para quem participa, e também na parte meramente desportiva a competição ficou mais rica, mas como não há bela sem senão , os dirigentes federativos teimam em colocar um mês e neio entre a 1a e a 2a mão e acaba pir não ser tão motivante nem tão atrativo.
Um aspecto a rever já para a próxima época , o tempo que medeia entre um jogo e outro é ridiculo.
Hoje o Sporting deu a iniciativa de jogo ao Benfica, jogou 75 minutos atrás da linha da bola, e obviamente não entrando na Luz como o Benfica entrou em Alvalade, com transições rápidas, não conseguiu impor o seu contra ataque.
Como tal não conseguiu criar oportunidades de golo, nem tão pouco colocou em causa fosse
o que fosse.
De referir que o jogo de hoje foi um mau jogo de futebol, foi o que se chama um jogo trapalhão, muitas perdas de bola de parte a parte durante todo o tempo de jogo e de forma sucessiva , momentos houve em que de 5 em 5 segundos a bola andava a passar nos pés dos jogadores das duas equipas.
Um árbitro péssimo que ajudou a que o jogo não fosse melhor, apitando faltas e faltinhas, não discernindo nem comprendendo que o futebol tem contacto , e que algum desse contacto não é faltoso, e outro é de facto faltoso e não é sancionado e isso vai enervando jogadores, corta o ritmo de jogo e quando o mesmo não está a ser bem jogado este tipo de arbitragens ajudam a empobrecer ainda mais o espectaculo.
Esta eliminatória podia e devia de ter ficado resolvida na noite de hoje, esta equipa do Sporting é muito frágil, não tem qualidade nenhuma, e mais uma vez foi o unico jogador que nos dois derbys conseguiu sobressair da mediocridade geral, Bruno Fernandes, a marcar o golo que coloca o Sporting na disputa de uma eliminatória que estava de facto perdida porque o 2-0 não é de facto a mesma coisa que 2-1.
O resultado foi muito lisonjeiro para o Sporting, mas pelos ultimos 15 minutos do Benfica que não conseguiu ter cabeça fria para trocar a bola com calma, procurando desenfreadamente o 3o golo que de facto podia ter acontecido uma ou duas vezes, lembrando-me da perdida clamorosa de Grimaldo que arrumaria a eliminatória.
Portanto o golo do Sporting e pela sua ineficácia atacante só pidia surgir de bola parada, com um livre directo marcado superiormente pelo unico jogador do Sporting que tem de facto categoria acima da média.
Uma competição que foi introduzida nas meias finais, jogos a duas mãos, uma alteração que proporciona mais um jogo a cada participante, com beneficios financeiros evidentes para quem participa, e também na parte meramente desportiva a competição ficou mais rica, mas como não há bela sem senão , os dirigentes federativos teimam em colocar um mês e neio entre a 1a e a 2a mão e acaba pir não ser tão motivante nem tão atrativo.
Um aspecto a rever já para a próxima época , o tempo que medeia entre um jogo e outro é ridiculo.
SPORTING 2 BENFICA 4
Um recital de futebol foi o que o Benfica deu hoje em Alvalade, podendo ter construido um resultado histórico , em termos de goleada.
Não foi só o desnivel do resultado, o maior desnivel deu-se no futebol jogado.
Com efeito o Benfica dominou claramente o seu adversário , fortes no meio campo, a pressionar alto, nunca deixando o Sporting construir em segurança o seu jogo, obrigando o adversário a cometer erros sucessivos , e não deixando o adversario ser equipa, reduzindo-a a uma equipa de divisão secundária.
Para sermos corretos, o Sporting nunca colocou em perigo a baliza do Benfica à excepção do lance à beira do intervalo, em que o Sporting reduziu.
O Benfica começou a defender e bem por Seferovic e João Félix, estando sempre no encalço do portador da bola, depois Samaris e Gabriel fortissimos na pressão e todo o sector defensivo muito compacto.
Os alas, muito Rafa na tarefa de defender, menos bem a atacar, mas muito importante na manobra da equipa.
João Félix, está a ficar cada vez mais longínqua a sua permanência para a próxima época, é claramente um jogador sem futuro no campeonato português tamanha é a sua categoria e a forma como está a impor o seu futebol, e até Seferovic consegue ser um ponta de lança letal a jogar com o menino pelas suas costas.
Muito diferente este Benfica daquele que era orientado por Rui Vitória, só mesmo a sua teimosia ou talvez falta de engenho o levava a manter aquele obsoleto 4-3-3, onde havia lugar para os Alfas Semedos, para o Gedson, e a bola a não chegar sequer à área do adversário.
São gritantes as diferenças de leitura de jogo entre este Bruno Lage e Rui Vitória, pergunto se a diferença pontual para o 1o classificado seria tão grande se o Sr. Presidente não teimasse numa situação que estava esgotada, onde nem a mensagem já passava, notando-se um desgaste imenso dos jogadores tanto com a forma como a equipa evoluia, como o próprio discurso do treinador.
Aquela luz que lhe deu prejudicou e muito o clube.
O Benfica pode não ter grandes possibilidades de conquistar o titulo, mas que vai fazer uma segunda parte de época com uma grande dignidade, disso não tenho duvidas nenhumas, e se hoje o resultado do rival não for a vitória , penso então que o Benfica entra mesmo na discussão do titulo porque afinal consegue jogar com uma enorme qualidade, aliás como já o tinha feito nas meias finais da Taça da Liga, mas aí outros valores estranhos ao jogo decidiram pelas equipas.
A arbitragem esteve globalmente em bom plano, mas, não entendo a expulsão de Vlachodimos, quando deixou de haver a dupla penalização ou seja se há penalti não há expulsão, excepto se a penali
dade advém de uma agressão ou entrada de tackle ou perigosa para a integridade fisica do adversário .
Nada disto se verificou, e mais uma vez o Benfica foi na minha opinião penalizado por uma má decisão de arbitragem.
Não foi só o desnivel do resultado, o maior desnivel deu-se no futebol jogado.
Com efeito o Benfica dominou claramente o seu adversário , fortes no meio campo, a pressionar alto, nunca deixando o Sporting construir em segurança o seu jogo, obrigando o adversário a cometer erros sucessivos , e não deixando o adversario ser equipa, reduzindo-a a uma equipa de divisão secundária.
Para sermos corretos, o Sporting nunca colocou em perigo a baliza do Benfica à excepção do lance à beira do intervalo, em que o Sporting reduziu.
O Benfica começou a defender e bem por Seferovic e João Félix, estando sempre no encalço do portador da bola, depois Samaris e Gabriel fortissimos na pressão e todo o sector defensivo muito compacto.
Os alas, muito Rafa na tarefa de defender, menos bem a atacar, mas muito importante na manobra da equipa.
João Félix, está a ficar cada vez mais longínqua a sua permanência para a próxima época, é claramente um jogador sem futuro no campeonato português tamanha é a sua categoria e a forma como está a impor o seu futebol, e até Seferovic consegue ser um ponta de lança letal a jogar com o menino pelas suas costas.
Muito diferente este Benfica daquele que era orientado por Rui Vitória, só mesmo a sua teimosia ou talvez falta de engenho o levava a manter aquele obsoleto 4-3-3, onde havia lugar para os Alfas Semedos, para o Gedson, e a bola a não chegar sequer à área do adversário.
São gritantes as diferenças de leitura de jogo entre este Bruno Lage e Rui Vitória, pergunto se a diferença pontual para o 1o classificado seria tão grande se o Sr. Presidente não teimasse numa situação que estava esgotada, onde nem a mensagem já passava, notando-se um desgaste imenso dos jogadores tanto com a forma como a equipa evoluia, como o próprio discurso do treinador.
Aquela luz que lhe deu prejudicou e muito o clube.
O Benfica pode não ter grandes possibilidades de conquistar o titulo, mas que vai fazer uma segunda parte de época com uma grande dignidade, disso não tenho duvidas nenhumas, e se hoje o resultado do rival não for a vitória , penso então que o Benfica entra mesmo na discussão do titulo porque afinal consegue jogar com uma enorme qualidade, aliás como já o tinha feito nas meias finais da Taça da Liga, mas aí outros valores estranhos ao jogo decidiram pelas equipas.
A arbitragem esteve globalmente em bom plano, mas, não entendo a expulsão de Vlachodimos, quando deixou de haver a dupla penalização ou seja se há penalti não há expulsão, excepto se a penali
dade advém de uma agressão ou entrada de tackle ou perigosa para a integridade fisica do adversário .
Nada disto se verificou, e mais uma vez o Benfica foi na minha opinião penalizado por uma má decisão de arbitragem.
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Começar por dizer que o Benfica cumpriu a sua parte. O Bayern também, e ganhou por numeros que não estava à espera. Tudo perfeito neste...
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O covid não explica tudo, o Covid só veio colocar ainda mais a nu, a miséria que é este plantel do Benfica. Se repararem bem, na linha ...







