O jogo de ontem seria sempre um jogo muito especial, em termos desportivos, pelo prestigio que a maior competição ao nivel planetário proporciona a quem nela participa, mas tambe a nível financeiro , uma vez que 43 milhões de euros é uma fortuna para clubes com um nível financeiro ao nível do Benfica.
Perante uma igualdade a uma bola no jogo de há oito dias na Luz, o Benfica entrava em Salónica em desvantgem na eliminatória, o 0-0 não serviria e já se sabia, que tinha que fazer pela vida se quisesse estar presente na montra que é esta liga milionária.
Ainda assim, o Benfica entrou muito mal no jogo, o assédio inicial do PAOK, foi intenso e culminou com a obtenção de um golo logo aos 12 minutos, através de uma bola parada laboratorial, que culminou com uma jogada simples com a defesa do Benfica a ver os gregos jogarem e a aparecer o avançado sozinho a encostar ao 2o poste para o fundo das redes, e com este golo pensou-se o pior.
Galvanizados e empurrados por uma massa adepta ferverosa, pensou-se que o Benfica iria vacilar, mas o que é certo é que o Benfica não perdeu o norte, começou aos poucos a assentar o seu jogo, e por volta dos 23' sequência de um pontapé de canto eia que surge Jardel no coração da grande área a desferir um golpe de cabeça colocado ao canto esquerdo , sem hipótese para o guardião grego.
A eliminatória ficava igualada, e agora seriam as duas equipas a terem que fazee pela vida.
Mal refeitos do empate, e surge uma precipitação com o defesa grego Crespo a atrasar a bola para o seu GR com alguma intensidade, este para evitar o canto lança-se consegue manter a nola nas 4 linhas , mas larvou-a aparecendo Cervique ao passar pelo GR este lança as mãos e toca nas duas pernas provocando um penalty que Salvio cobrou con alguma sorte, já que a bola bate no poste e entra.
Pela meia-hora o Benfica tinha feito a remontada, os gregos sentiram e de que maneira o efeito de agora terem que ser eles a ir atrás do prejuízo, e nunca mais se encontraram. Até ao intervalo o desnorte foi completo e disso se aproveitou o Benfica para numa jogada colectiva de belo efeito da dupla Grimaldo/ Cervi culminou com um cruzamento rasteiro para a entrada da área onde apareceu Puzzi que sem cerimónia rematou colocado ao canto esquerdo não dando hipótese de defesa ao guardião grego.
Foi a morte do PAOK, a resignação tomou conta de toda a equipa e do seu ferveroso publico, completamente silenciado e rendido ao adversário. O intervalo chegou e o resultado já era arrasador para os gregos, a eliminatória e o acesso à Champions estavam perdidos.
A entrada do PAOK na 2a parte, inicia-se com outro erro clamoroso na sua área. No seguimento de um canto, o defesa Varela agarra Jardel de forma ostensiva que obrigou o alemão Frich a apitar para a marca de penalti.
Chamado a marcar, Salvio mais uma vez com uma grande dose de sorte à nistura, remata para o meio da baliza tendo a bola batido no pé do GR grego, mas ainda assim indo para dentro da baliza.
Era o cheque-mate aos 48' e daí até ao final foi ver o Benfica a abdicar de fazer mais golos, trocando a bola entre os seus jogadores , com algumas desconcentrações, mas o jogo já dava para tudo e chegou-se ao final da partida com os gregos a desejarem que o jogo acabasse o mais rápido possível.
Parte dos ibjectivos da época ficou ontem selado com entrada na fase de grupos da Champions, onde cada vez se torna mais dificil a missão das equipas portuguesas em lá chegar fruto da nossa classificação no ranking da UEFA.
Agora é esperar pelo sorteio de hoje às 17h00 e ver a sorte ou não que o sorteio irá ditar.
Parabéns ao Benfica.
PAOK 1 BENFICA 4
BENFICA 1 SPORTING 1
Muito poucochinho, e o pior é que os benfiquistas estão a habituar-se de uma forma estranhamente passiva.
Eu não.
O Benfica época após época continua a ser um cemitério de lesões. É chocante o inusitado o numero de lesões que existem no Benfica comparativamente aos seus adversários diretos. Isto acontece em todas as épocas.
A dor na cervical de Jonas parece eterna, Corchia chega e vai para a mesa de operações, Ebouhi para a mesa de operações, Castillo, é titular num jogo, e nem 45' esteve em campo, Salvio na 3a feira teve uma indisposição, hoje segundo Rui Vitória não se terá sentido bem a nivel muscular. Será que tudo isto são azares?
Claro que não. Todas as épocas tem sido a mesma coisa.
Indo ao jogo propriamente dito, o Benfica de hoje foi sempre uma equipa cansada em termos físicos, o seu futebol lento e previsivel é fruto disso mesmo, logo começou por ter sempre muitas dificildades na sua zona de construção, perante uma pressão muito alta feita pelo Sporting, tal como o PAOK o fez na 3a feira passada na Luz.
Falta musculo nesta equipa do Benfica, e sobretudo falta altura, existem muitos jogadores no onze titular com uma média de altura baixa, casos de Grimaldo, Rafa, Cervi, o próprio Salvio.
A par dessa realidade falta poder de choque, poder atlético e isso treina-se.
Ainda assim o Benfica dominou o Sporting, esteve sempre mais perto do golo, foi mais equipa, teve algumas oportunidades, mas não tem quem concretize, Ferreyra definitivamente não sabe jogar de costas para a baliza, é uma presa fácil, depois acho que precisa de ganhar mais carácter porque desiste facilmente dos lances, neste sistema de jogo, é muito tenrinho e isso faz toda a diferença porque o caudal ofensivo do Benfica necessita de um ponta de lança possante e que saiba jogar de costas para a baliza com alguém no apoio.
Muitas jogadas em que a bola estava nas alas e na área existia apenas o apagado Ferreyra. A equipa não teve fulgor para se estender no tetreno de jogo.
Este Sporting é tão fraquinho que foi frustrante perceber que se não fosse o menino João Félix, perdiamos contra esta equipa que de facto é fraca.
O melhor jogador em campo foi Salin com um punhado de excelentes defesas, e a seguir Luis Godinho, o árbitro do jogo foi outro grande aliado do Sporting, errou sempre para o mesmo lado. Quando se cometem erros por falta de classe, os erros são distribuidos umas vezes erra-se para um lado outras vezes para o outro. Luis Godinho errou sempre para o mesmo lado, fez uma arbitragem inclinada , tem erros de julgamento de bradar aos céus e conseguiu como quis, enervar a equipa do Benfica.
Terça-feira o Benfica joga grande parte da sua época, está em desvantagem na eliminatória e precisa de marcar, é certo que vai ser um jogo diferente do de hoje e diferente daquele que se disputou à outo dias na Luz, mas com estes atacantes afigura-se-me ima tarefa muito dificil para o Benfica chegar à Champions, e a federação grega criou as condições ideais para as suas equipas se qualificarem para as respectivas competições, ao contrário destes miseráveis que mandam no futebol português e que só sabem destruir com a sua incompetência a industria do futebol em Portugal.
BENFICA 1 PAOK 1
Perante um adversário que conseguiu em largos periodos do jogo jogar em pressão alta, o Benfica teve algumas dificuldades na sua zona de construção mas com paciência e segurança conseguiu criar excelentes oportunidades para construir um resultado que garantisse uma 2a mão sem tanta pressão como aquela que certamente irá enfrentar em Salónica.
Pizzi por 3 vezes teve o golo nos pés uma por mero azar e duas por ser ineficaz na zona da verdade.
Falar do ponta de lança Ferreyra, é estar constantemente a bater na mesma tecla, este jogador não tem caracteristicas para jogar entre os centrais, dá-se demasiado à marcação, não tem mobilidade, não sabe jogar de costas para a baliza e necessita de apoio que jogue nas suas costas. Enquanto isto não acontecer é menos um jogador na equipa, para além de que ainda está em fase de adaptação e está perdolário, com uma falta de confiança inacreditável.
O resultado de 1-0 que só foi possível no tempo de compensação da 1a parte era portanto muito curto face ao que o Benfica produziu, no entanto este golo ao cair do pano foi mais que justo por aquilo que o Benfica tinha produzido.
O inicio da 2a parte teve o Benfica de novo na mesma toada, à procura do 2o golo, tendo o problemático Ferreyra falhado um golo daqueles que os bons pontas de lança nunca falham, mas a partir dos 60' notou-se uma grande quebra fisica do meio campo do Benfica, o PAOK, começou a abeirar-se mais da área encarnada, ameaçou uma e duas vezes, perante a passividade de Rui Vitória, e o golo dos gregos não tardou, nem foi surpreendente, surpreendente isso sim é a passividade de Rui Vitória que hesita, troca impressões com os adjuntos, coça a cabeça e depois de sofrer um golo é que decide refrescar a equipa.
O Benfica sentiu o golo, nunca mais conseguiu controlar o adversário, jogou com mais coração do que cabeça, e assim complicou e muito uma eliminatoria que poderia estar bem encaminhada.
Este adversário é mais fraco que o Fenerbahce, joga muito na base da garra, , tem em Pelkas o seu jogador mais perigoso, e está à frente da eliminatória cabendo ao Benfica ir à pricura do prejuízo.
O Benfica tem mais do que capacidade para eliminar esta equipa grega, é melhor equipa, tem melhores jogadores, mas no futebol ganha quem é mais eficaz, e eficácia é algo que é um problema neste momento para o Benfica, se Castillo e Jonas continuarem de fora vai ser o cabo dos trabalhos e Salvio ontem fez também muita falta.
A arbitragem esteve bem.
BOAVISTA O BENFICA 2
Tradicionalmente dificil, o estádio do Bessa sempre foi um recinto onde o Benfica tem revelado grandes dificildades . Desde que o Boavista regressou ao convívio dos grandes ainda não tínhamos lá ganho tendo inclusivamente na pretérita temporada perdido mesmo.
O Benfica de ontem teve que entrar a tocar bombo, o Boavista não é equipa para se tocar violino, como tal, com uma postura concentradissima, não virando a cara aos duelos fisicos, ontem finalmente vimos um Benfica a jogar em termos atléticos e também aí na luta , a superar um Boavista, que naquela postura defensiva e sempre a jogar à margem das leis, é sempre um adversário temivel, mas até nesse capitulo o Benfica esteve irrepreensivel, nunca acusando o desgaste provocado pelo jogo de 3a feira, duríssimo por sinal, que disputou em Istambul.
Com Pizzi e Gedson em grande destaque, a vitória do Benfica começou no entanto a ser desenhada em termos defensivos, com Ruben Dias e Jardel irrepreensiveis no jogo aéreo e os laterais sobretudo André Almeida a abdicar de se afoitar em termos de ataque para ter mais disponibilidade a defender.
Do lado contrário, Grimaldo que arriscou muito mais em termos ofensivos mas teve sempre em Cervi a moleta para colmatar o vazio no corredor esquerdo.
Cervi tem sido inconsequente em termos atacantes mas tem sido uma ajuda preciosa nesta missão de dobrar Grimaldo.
Na frente um Ferreyra mais mexido, não se dando tanto à marcação, muito lutador, e num desses deapiques na área do Boavista, num roubo de bola, remata com a parte interior do pé direito fazendo um golo de belo efeito , golo este que pode vir a dar moral para os próximos compromissos muito complicados que se avizinham.
Na globalidade o Benfica fez uma exibição muito agradável, nunca tirou o pé do acelerador como muitas vezes acontece e somou assim 3 preciosos pontos.
Gedson encheu o campo, foi o melhor jogador da partida, jogou, levou pancada com fartura, e foi um dinamo sempre apontado à área adversária.
Continuo a achar que é necessário mais um bom médio, até porque entrar nestas competições e contar só com Pizzi e Gedson é muito escasso.
A posição 6 tem em Fejsa um jogador de volta aos grandes jogos, está bem fisicamente mas tem problemas físicos que se farão sentir com o decorrer da época, mas Alfa Semedo pode vir a ser uma peça muito importante para essa vaga.
Falta portanto mais um 8, para que este plantel fique em condições de disputar a época com qualidade e êxito.
O árbitro Manuel Mota esteve bem , distribuiu amarelos quando teve que o fazer, perdoou a expulsão a Idriss, mas globalmente esteve bem.
FENERBAHCE 1 BENFICA 1
A 2a mão desta eliminatória previa-se de uma dificuldade extrema, primeiro porque o Fener tem jogadores acima da média, Skrtel, Isla , Topal, Elmas o prodigio macedónio , Topuk, Giuliano, Valbuena, Ayew que não jogou na Luz e o utilizado Soldado, jogadores de credenciais e experiência capazes de disputar palmo a palmo esta eliminatória.
Depois como todos nós sabemos , o ambiente infernal que os adeptos turcos costumam fazer, fazia desta eliminatória um jogo muito dificil.
O Fener estranhamente entrou receoso, sentiu o peso da responsabilidade, os seus jogadores sabiam que tinham que arriscar, mas nunca jogaram no risco , fruto de um futebol lento e previsivel, com pouca dinâmica de jogo permitindo facilmente ao Benfica estancar todas as investidas, uma vez que a dinâmica imprimida era fraca.
Por seu lado o Benfica mostrou ser uma equipa mais adulta e experiente, jogou sempre para a eliminatória, foi uma equipa matreira que sabia que a qualquer momento poderia fazer um golo e dar a estocada final na eliminatória, como aliás veio a acontecer numa excelente tabela entre Castillo e Gedson, com o miudo a contar com a passividade do GR turco e desviar para o fundo das redes.
A partir deste momento o jogo transformou-se, a equipa turca sentiu e de que maneira o golpe e o Benfica passou a ter o dominio do jogo, podia ter feito o 2-0 com Ferreyra já em campo a substituir o lesionado Castillo , contornou o GR e já com pouco angulo rematou às malhas laterais.
Quando tudo parecia decidido na 1a parte eis que no tempo de compensação um momento de relaxe, permite que o Fener empate com Topuk sem marcação a desviar de cabeça para o fundo das redes.
Pensou-se que esta oferta tivesse o condão de ressuscitar para a 2a parte os turcos para a eliminatória, nos primeiros 10' parecia que o Fener poderia vir para cima do Benfica e criar problemas, mas o seu futebol era desligado, inconsequente permitindo sempre ao Benfica controlar todas as suas investidas.
Com o arrastar da 2a parte houve momentos de parte a parte mal jogados , muitos passes errados, perdas de bola, os turcos cada vez mais nervosos e sem discernimento para concluir no ultimo terço do terreno mas foi o Benfica quem mais beneficiou pois sabendo que só dois golos do adversário poderiam tirar a eliminatória, soube gerir com inteligência até ao minuto 95.
O melhor em campo:
Gedson Fernandes e Elmas, dois meninos que foram os grandes protagonistas do jogo, pelo que jogaram, Gedson com o golo que valeu a passagem ao play-off, é o que o distingue como o man of de match .
O pior em campo:
Pela abordagem ao lance do golo de Gedson, o GR Demirel acaba por ser o pior em campo a par de Cervi que foi uma nulidade em termos atacantes na noite de hoje justificando a sua saida muitos minutos antes.
O árbitro:
Slavo Vinkic fez uma excelebte arbitragem, sem cados muito complucados para resolvet, esteve quase sempre bem tecnica e disciplinarmente, pois nincs complicou o jogo, deixando jogar, mas conseguindo interpretar tudo o que fosse à margem das leis. Nota 5.
BENFICA 3 V. GUIMARÃES 2
O Benfica iniciou a Liga Nos com uma extraordinária exibição na 1a parte.
Com um fitebol a toda a largura do campo, com os alas Salvio e Cervi em grande plano, Pizzi a pautar, a jogar, a fazer jogar com passes milimétricos, e a marcar um hat-trick, toda a equipa esteve de facto em grande plano. Para além de Pizzi, muito bem o Gedson Fernandes, e o sempre eficaz Fejsa, a linha média encarnada, dominou completamente o adversário, construindo lances de excelente futebol. O 3-0 ao intervalo, até foi lusongeiro para os vimaranenses que ainda viram o GR Douglas defender um penalty do desinspirado Facundo Ferreyra.
Na 2a parte, o Benfica continuou muito bem a pressionar em todo o campo não deixando o Vitória assentar o seu jogo, é certo que não criou oportunidades de golo, mas ia gerindo a posse de bola. Faltou neste periodo que o 4o golo tivesse aparecido para que as alterações que se seguiram tivessem sido feitas com maior segurança.
Com as substituições, sobretudo com a saída de Fejsa, a equipa desconcentrou-se, e teve 10 minutos em que não esteve em campo, e disso se aproveitou o Vitória, para em 5 minutos ter entrado perigosamente na discussão do jogo.
Estes 10 minutos não podem manchar o que de bom foi feito nos 70 minutos onde a equipa esteve de facto muito bem, com uma exibição muito bem conseguida. O futebol é assim, a exigência tem que ser máxima, a concentração tem que existir do primeiro ao ultimo minuto,e num momento de desconcentração pide acontecer situações como o Benfica viveu hoje. Que sirva de lição e de aprendizagem.
O melhor em campo:
Pizzi foi o maestro, fez passes extraordinários a variar e a rasgar a defesa contrária, fez um hat-trick , jogou e fez jogar.
O pior em campo:
Pela 2a vez consecutiva Facundo Ferreyra foi o pior em campo, continua a entregar-se demasiado à marcação, está com pouca mobilidade, mais uma vez refiro que este ponta de lança não tem caracteristicas para jogar sozinho na frente, Ferreyra tem que ter apoio nas suas costas. Depous está com muita falta de confiança, o oenalti que falhou não veio ajudar em nada a retoma da confiança e serenidade que este jogador necessita.
O árbitro:
João Pinheiro fez uma arbitragem segura , sem erros de palmatória, bem no aspecto técnico, o penalti existe mas já vi lances identicos não serem marcados.
Disciplinarmente mostrou os cartões que tinha que mostrar e também o árbitro contribuiu para o bom espectaculo que se assistiu hoje no Estádio da Luz.
BENFICA 1 FENERBAHCE 0
O Benfica desta 1a parte é uma equipa que não tem condições nenhumas para discutir as provas nacionais, e muito menos entrar na fase de grupos da Champions.
Um Benfica de futebol lento, pastoso, com grandes dificuldades de construção , não conseguindo aproveitar o adiantamento da equipa adversária, para desferir o contra golpe, e sem capacidade para pressionar o portador da bola da equipa adversária.
Depois em termos tácticos, o que ressalta de imediato é que o ponta de lança Facundo Ferreyra não é jogador para jogar emparedado entre os centrais adversários, já se tinha reparado no jogo com o Lyon, e hoje Rui Vitória voltou a repetir o erro. Sejamos claros, se Rui Vitória quer jogar em 4-3-3 , tem que jogar com o panzer Castillo, e não com o frágil Ferreyra.
Pessoalmente, e mesmo que não haja Jonas para esta época, continuo a pensar que o sistema 4-4-2 será o que melhor se adequa a este padrão de linha média que o Benfica possui.
Na verdade a 2a parte mostrou um Benfica diferente, com uma maior velocidade, mais rapidez de execução , uma boa dose de confiança injetada em Gedson durante o intervalo seguramente, e toda a equipa se transformou, houve muito coração , mas também muito bom futebol que teve em Grimaldo o grande jogador da equipa, bem secundado pelo Gedson e Pizzi, e muito mais versatilidade na frente com Castillo, que se bateu muito bem com Skrtel até ali rei e senhor do jogo aéreo da área turca.
O Benfica da 2a parte já tem outras condições para se bater quer pela eliminatória quer pelas competições internas, mas falta claramente um ou dois médios experientes, um que paute o jogo da equipa, e outro para transições rápidas.
O Benfica tem que jogar no tabuleiro do mercado se quiser fazer figura nesta época que agora se inicia.
Falta um lateral direito de raiz que coloque pressão em André Almeida que por muito benfiquismo e boa vontade que tenha só "desenrasca" a posição, e um Benfica para ser forte não pode contar só com jogadores que desenrasquem na posição.
Rii Vitória tem de deixar de ser aquele treinador do "regime vigente", e tem que exigir à direcção mais qualidade. O made in Seixal tem qualidade, é um facto, mas é curto para quem tem legitimas e obrigatórias pretensões a ganhar a maioria das provas em que se envolve.
O resultado é curto, mas o 1-0 é um resultado manhoso para quem perde , porque um deslize e um golo adversário é meio caminho andado para se ter amargos de boca na eliminatória e o Fenerhbace vai ter que arriscar, está a perder e tem que dar a volta e correr riscos.
A sua defesa é frágil desde que se empregue velocidade, abriu muitas brechas, e se voltar a claudicar como fez hoje irá sofrer golos seguramente.
Para a semana veremos, este Fener tem veterania, mas os jogadores são excelentes executantes, e perante o seu fanático público irá tornar seguramente a vida do Benfica muito dificil.
BENFICA 2 LYON 3
A falta de consideração pela memória de Eusébio protagonizada mais uma vez por esta Direcção, teve a continuidade na pessima exibição que a equipa presenteou os seus adeptos.
Os sócios e adeptos inflectiveis, aqueles que todas as semanas apoiam a equipa no estádio foram mais uma cez desconsiderados porque ficaram mais uma vez sem um jogo de apresentação da equipa no seu estádio e esse jogo deveria ser a Eusébio Cup.
Um Benfica com a base da equipa da época passada, lenta, sem dinâmica, incapaz de jogar em todo o campo e pressionar alto o seu adversário , deu uma péssima indicação daquilo que poderá ser de novo esta época.
Um meio campo falho de ideias, sem ninguém que pegue no jogo, uma defesa de papel, lenta, e muitas vezes batida no jogo aéreo e um ataque com Ferreyra, que não tem caracteristicas para jogar sozinho na frente. Para jogar dessa forma tem o Castillo, agora o Ferreyra nunca.
É isto que vamos ver durante a época?
É com este meio campo que vamos tentar reconquistar o título?
A fase de grupos da Champions será uma miragem se nada for feito até à semana que vem.
Andam há um mês para ir buscar Gabriel, nem atam nem desatam aliás como é timbre desta direcção.
Por ser um jogo de inicio de época não oficial não me vou alongar mais, os vieiristas que continuem a achar que o problema é o treinador.
Continuem a defender quem não tem respeito nenhum por sócios e adeptos.
Com o decorrer da época vamos ver se existem milagres no futebol.
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