BENFICA 2 V. GUIMARÃES 0

Tal como aconteceu contra o D. Aves, o Benfica faz uns primeiros 20' fantásticos, com o futebol a que nos tem vindo a habituar, com jogadas ao 1o toque, com a bola a circular por toda a equipa.
Nesses primeiros 20' faltou a objectividade ns hora de concretizar das jogadas  bem jizadas vindas das alas, e do motor da equipa Zivkovic que mais uma vez  fez uma exibição portentosa, a pegar na batuta e a levar a equipa para a frente, quer a municiar as alas e muitas vezes aparecer na ala esquerda a fazer excelentes cruzamentos que não  tiveram o melhor seguimento.
A partir dos 20' o Vitoria  conseguiu equilibrar o jogo, fez um melhor acerto nas  marcações,  e de certa forma colocou o Benfica num colete de forças, que confundiu  as suas manobras.
Caminhávamos para o intervalo, o Vitória  de certa forma a fazer juz ao 0-0, quando ao minuto 45 num cruzamento de André  Almeida para a área   há  um desvio de cabeça  do central Jubal, a bola vai ter com João Aurélio  que com o braço  levantado interfere na normal  trajectória  da bola, cometendo um penalti que só  com a opinião  do VAR para o revisionamento do lance, Carlos Xistra deu o penalti a favor do Benfica.
Jonas já  não  perdoa.
Foi o melhor tonico que o jogo podia proporcionar ao Benfica, ir para o intervalo em vantagem  no marcador.
Para a 2a parte  o Benfica entrou mais acutilante, para tentar resolver o jogo, mas o adversário  continuava bem organizado na sua zona defensiva, e aqui e acolá  a tentar lançar  Raphinha para em velocidade tentar fazer estragos na defesa do Benfica, mas todas as tentativas esbarravam nos centrais de aço  Jardel e Ruben Dias.
O tempo ia passando, o resultado de 1-0 não  dava um total conforto ao Benfica, e já  fom Jimenez em campo, aos 78' é  lançado  na esquerda  e faz um cruzamento fantástico, daqueles chamados  de letra e Jonas entra como um furacão  a facturar de cabeça o golo do descanso.
Foi mais uma jornada vencida, faltam seis em que o Benfica só  depende de si próprio  para chegar ao penta, todos têm  que se convencer que nenhum adversário  vai ser fácil  e que só  se poderá pensar no penta jogando com fato macaco tal qual um operário  trabalha numa qualquer serralheria.
Cada jogo será  uma final e se os níveis  de concentração  estiverem  sempre presentes, se a equipa se convencer que nenhum jogo é  fácil  e que só  com muito sangue, suor e lágrimas se conseguirá  o objectivo, então  todos nós  teremos que acreditar que vai ser possível a conquista de um campeonato em que a luta feroz foi feita mais fora das quatro linhas do que propriamente dentro,  e que nada do que foi  transmitido para a opinião  publica afectou a equipa, bem pelo contrário, pois sou da opinião que tudo o que se tem passado tem servido para ficarmos cada vez mais fortes e unidos na luta do objectivo de todos nós...    O PENTA .

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