Foi um jogo sem história, a eliminatória estava basicamente decidida desde o jogo da 1a mão no Estoril, fazendo com que Jorge Jesus tivesse apresentado um onze com jogadores menos rodados.
Várias foram as alterações, Gilberto e Nuno Tavares nas laterais, uma nova dupla de centrais, Otamendi e Lucas Verissimo, um meio campo com Gabriel a 6, que excelente exibição, com Pizzi Cervi e Pedrinho, na frente com Chiquinho no apoio ao ponta de lança, Gonçalo Ramos.
Diga-se que durante os 90 minutos vimos bons apontamentos de Pedrinho e Chiquinho com boas arrancadas, Pizzi a pautar o jogo da equipa, e um Estoril a jogar bem em 3/4 do campo , mas não conseguir nunca incomodar a defesa do Benfica no ultimo terço.
Digamos que o Estoril foi à Luz não para discutir a eliminatória, mas para tentar obter um resultado simpático, e de certa forma até o conseguiu,curiosamente os golos do Benfica até foram marcados no ultimo minuto de cada parte.
O primeiro mesmo à beira do intervalo num erro clamoroso do central canarinho que Gonçalo Ramos não desperdiçou, desperdiçou sim foi mais uma oportunidade de afirmação, apesar do golo, nota-se que não é jogador para um nivel competitivo das exigencias do Benfica, pelo menos por enquanto, ele e Nuno Tavares são dois casos que devem ser muito bem repensados, porque valeria muito mais empresta-los para ganharem ritmo e experiencia competitiva de 1a liga e depois logo se veria se valeria a pena continuar a apostar nestes atletas.
No computo geral o Benfica fez um jogo seguro e eficaz, foi demasiado dominio para tão poucos golos, mas na verdade também era um jogo que não valia a pena estar de prego a fundo, uma vez que a ida à final estava assegurada, e agora resta esperar por 23 de Maio para a grande final do Jamor frente ao Sp. Braga.

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