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Futebolisticamente, o Benfica é um doente terminal. Está ligado à máquina, por devoção a uma ideia messiânica que falhou e conflitos de agência no interior da organização. Há que recomeçar tudo. Em primeiro lugar, um treinador de renome mundial. Alguém com autoridade para dentro e para fora e saber para provocar uma reação imediata, rentabilizar talento e atrair bons jogadores. Em segundo lugar, a reformulação da direção técnica do futebol. Alguém que se faça respeitar, com experiência e conhecimento sobre os tenebrosos meandros do futebol português, a formar equipa com alguém competente em alto rendimento desportivo. Todo o capital de competência perdido com a saída de muitos e bons técnicos tem de ser reposto. Em terceiro lugar, uma auditoria urgente às práticas associadas à prospeção e contratação de Jogadores, deteção de erros (crassos), implementação de boas práticas e reformulação da relação com intermediários. Em quarto lugar, reformulação do Conselho de Administração da Benfica SAD. Os responsáveis máximos pelo estado a que chegámos não podem ser premiados com a continuidade, ou acumulação de poder num novo ciclo. Sim, esta vai direitinha para o intocável, que não é LFV... Ou apresenta soluções de gestão para resultados DESPORTIVOS imediatos, ou sai. É assim na alta administração que tanto apregoa. Em quinto lugar, reestruturação total do modo de representação do Benfica nas parcerias com outros clubes, Liga, FPF, UEFA. O Benfica não é ouvido, não é respeitado, é alvo de discriminação e perseguição organizadas. É preciso uma nova estratégia para adquirir o poder de influência, quanto mais não seja para não ser achincalhado por um bando de parolos a quem se deu importância de figuras de Estado. Em sexto lugar, GUERRA TOTAL ao FC PORTO dentro e fora de campo. onde houver um interesse deste clube há um objetivo a atingir. Com método e assertividade. A passividade dos últimos anos pode sair muito cara no futuro. Em sétimo lugar, convocar uma Assembleia Geral para reagrupar forças e reconquistar a confiança. A mensagem não está a passar pelos canais institucionais. Por fim, mudar o lema de Benfica "o melhor empregador do Mundo" para Benfica "et pluribus unum".
Futebolisticamente, o Benfica é um doente terminal. Está ligado à máquina, por devoção a uma ideia messiânica que falhou e conflitos de agência no interior da organização. Há que recomeçar tudo. Em primeiro lugar, um treinador de renome mundial. Alguém com autoridade para dentro e para fora e saber para provocar uma reação imediata, rentabilizar talento e atrair bons jogadores. Em segundo lugar, a reformulação da direção técnica do futebol. Alguém que se faça respeitar, com experiência e conhecimento sobre os tenebrosos meandros do futebol português, a formar equipa com alguém competente em alto rendimento desportivo. Todo o capital de competência perdido com a saída de muitos e bons técnicos tem de ser reposto. Em terceiro lugar, uma auditoria urgente às práticas associadas à prospeção e contratação de Jogadores, deteção de erros (crassos), implementação de boas práticas e reformulação da relação com intermediários. Em quarto lugar, reformulação do Conselho de Administração da Benfica SAD. Os responsáveis máximos pelo estado a que chegámos não podem ser premiados com a continuidade, ou acumulação de poder num novo ciclo. Sim, esta vai direitinha para o intocável, que não é LFV... Ou apresenta soluções de gestão para resultados DESPORTIVOS imediatos, ou sai. É assim na alta administração que tanto apregoa. Em quinto lugar, reestruturação total do modo de representação do Benfica nas parcerias com outros clubes, Liga, FPF, UEFA. O Benfica não é ouvido, não é respeitado, é alvo de discriminação e perseguição organizadas. É preciso uma nova estratégia para adquirir o poder de influência, quanto mais não seja para não ser achincalhado por um bando de parolos a quem se deu importância de figuras de Estado. Em sexto lugar, GUERRA TOTAL ao FC PORTO dentro e fora de campo. onde houver um interesse deste clube há um objetivo a atingir. Com método e assertividade. A passividade dos últimos anos pode sair muito cara no futuro. Em sétimo lugar, convocar uma Assembleia Geral para reagrupar forças e reconquistar a confiança. A mensagem não está a passar pelos canais institucionais. Por fim, mudar o lema de Benfica "o melhor empregador do Mundo" para Benfica "et pluribus unum".

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