Um Tetracampeão não se constrói somente de craques. Uma equipa pode ter excelentes jogadores mas se não tiver um balneário forte e coeso, nem Cristianos nem Messis conseguem com a sua virtuosidade ganhar titulos.
Vem este tema a propósito de ao longo destes anos que consolidaram o Tetra, um dos grandes segredos ter sido a coesão e espirito de existentes no seio do grupo de trabalho. Notava-se ali uma envolvência diferenciada, jogadores houve que se transferiram para clubes com mais poder financeiro, mas o momento de deixar o clube ser sempre muito doloroso.
Algo mudou e muito dentro do balneário do Benfica, e isso nota-se dentro das 4 linhas onde a solidariedade , a entreajuda, são as permissas negativas mais evidentes e ressaltam mais à vista desarmada. Esse espírito esfumou-se.
João Gabriel deixou o Benfica , hoje sabe-se que amargurado com algo e a comunicação do nosso clube nunca mais foi a mesma, é tiros nos pés uns atrás dos outros.
Todos sabemos que quem ganha títulos são os jogadores dentro das 4 linhas, mas sem uma retaguarda forte e estruturante, torna-se mais dificil e o departamento de comunicação está completamente à deriva no nosso clube e isso tem importância.
De há 10 anos a esta parte Lourenço Coelho foi o Director-Geral do futebol do Benfica, pessoa discreta sem grandes protagonismos, mas com uma personalidade e carisma que denotavam respeito e disciplina.
Hoje temos alguém que veio das modalidades amadoras , o Tiago Pinto, que sem pôr em causa a sua competência, é no entanto algo jovem e quiça imaturo para este cargo. O momento de pontapear a bola impedindo o reatamento do jogo foi indisciplina e isso passa para o grupo. Os exemplos e posturas correctas têm de vir do cimo da hierarquia.
Rui Costa cada vez mais na sombra e penumbra, a preparação da época está à vista de todos, logo não admira que a meio da época apareçam casos de indisciplina dentro do seio do grupo.
Começou com o "flop" Gabriel Barbosa que foi um caso de sucesso de adaptação às discotecas lisboetas, ainda assim teve direito a minutos de jogo contra o Basileia, no entanto o caso mais gritante aconteceu no Dragão com Pizzi.
A forma de se lidar com este problema disciplinar e a relativização feita em redor dele deixa de facto os benfiquistas muito preocupados e a Rui Vitória deveria deixá-lo deveras preocupado ao não pedir sequer um retratamento publico por parte de Pizzi, é certo e sabido que está a escancarar as portas para mais elementos o mandarem para o alto do mastro do navio.
Mas Rui Vitória já nos habituou a relativizar tudo , desde derrotas estrondosas perante colossos como o Basileia , relativizar as 6 derrotas nos 6 jogos das Champions. Agora não pode é relativizar questões de balneario sob pena de perder mão nele, se é que já não perdeu.
Vem este tema a propósito de ao longo destes anos que consolidaram o Tetra, um dos grandes segredos ter sido a coesão e espirito de existentes no seio do grupo de trabalho. Notava-se ali uma envolvência diferenciada, jogadores houve que se transferiram para clubes com mais poder financeiro, mas o momento de deixar o clube ser sempre muito doloroso.
Algo mudou e muito dentro do balneário do Benfica, e isso nota-se dentro das 4 linhas onde a solidariedade , a entreajuda, são as permissas negativas mais evidentes e ressaltam mais à vista desarmada. Esse espírito esfumou-se.
João Gabriel deixou o Benfica , hoje sabe-se que amargurado com algo e a comunicação do nosso clube nunca mais foi a mesma, é tiros nos pés uns atrás dos outros.
Todos sabemos que quem ganha títulos são os jogadores dentro das 4 linhas, mas sem uma retaguarda forte e estruturante, torna-se mais dificil e o departamento de comunicação está completamente à deriva no nosso clube e isso tem importância.
De há 10 anos a esta parte Lourenço Coelho foi o Director-Geral do futebol do Benfica, pessoa discreta sem grandes protagonismos, mas com uma personalidade e carisma que denotavam respeito e disciplina.
Hoje temos alguém que veio das modalidades amadoras , o Tiago Pinto, que sem pôr em causa a sua competência, é no entanto algo jovem e quiça imaturo para este cargo. O momento de pontapear a bola impedindo o reatamento do jogo foi indisciplina e isso passa para o grupo. Os exemplos e posturas correctas têm de vir do cimo da hierarquia.
Rui Costa cada vez mais na sombra e penumbra, a preparação da época está à vista de todos, logo não admira que a meio da época apareçam casos de indisciplina dentro do seio do grupo.
Começou com o "flop" Gabriel Barbosa que foi um caso de sucesso de adaptação às discotecas lisboetas, ainda assim teve direito a minutos de jogo contra o Basileia, no entanto o caso mais gritante aconteceu no Dragão com Pizzi.
A forma de se lidar com este problema disciplinar e a relativização feita em redor dele deixa de facto os benfiquistas muito preocupados e a Rui Vitória deveria deixá-lo deveras preocupado ao não pedir sequer um retratamento publico por parte de Pizzi, é certo e sabido que está a escancarar as portas para mais elementos o mandarem para o alto do mastro do navio.
Mas Rui Vitória já nos habituou a relativizar tudo , desde derrotas estrondosas perante colossos como o Basileia , relativizar as 6 derrotas nos 6 jogos das Champions. Agora não pode é relativizar questões de balneario sob pena de perder mão nele, se é que já não perdeu.
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