Fui um dos sócios que achou uma boa medida a contratação de Jorge Jesus, portanto para tudo o que aqui vou dizer, deixo esta ressalva.
Treinador experiente, que conhecia bem os cantos à casa, coloca as equipas a praticar um futebol bonito e competitivo.
A velha sabedoria popular, "nunca voltes ao sitio onde já foste feliz, encaixa que nem uma luva, para este retorno de Jorge Jesus.
A época passada, para o investimento feito, cerca de 110 milhões de euros, nunca poderia ter o fracasso que todos sabemos.
Época atípica, jogadores com Covid a meio da temporada, futebol desligado e desgarrado, sem condição fisica, futebol sem profundidade, sem velocidade e sem dinâmica.
Resultado 3o lugar.
Esta época as coisas vomeçaram melhor, Jorge Jesus trabalhou a equipa para estar com bons indices fisicos e tecnicos para enfrentar 2 eliminatórias para jogar na Champions.
Inicio auspicioso a nivel interno, com 6 jogos e 6 vitórias e de repente após a boa prestação com o Barcelona, começamos a assistir a um profundo descalabro fisico e mental na equipa.
A falta de dinamica entre sectores, a forma lenta como a equipa inicia a construção de jogo, com multiplos passes para o lado e para trás, fazem deste modelo um oasis para as equipas que sabem minimamente defender.
Assim não dá.
Acresce que temos vindo a assistir a troca de palavras em tomde discussão entre treinador e alguns jogadores.
A forma arrogante e por vezes infantil como Jesus trata os jogadores já provocou que alguns deles em emo jogo discutissem com o treinador pela abordagem feia como este se dirige a eles.
Aconteceu em Moscovo com Darwin, com troca de palavras azedas para o banco, aconteceu na 4a feira com Lucas Verissimo.
Portanto o mau estar entre treinador e jogadores já se vem sentindo e até de forma publica.
Hoje Otamendi também veio à praça a dizer que se as coiss continuarem como estão prefere saír.
Neste momento, não é de bom tom tomar-se uma medida drástica, há jogo de Domingo com o Braga, e sobretudo o de 3a feira com o Barcelona, que é determinante para a continuidade ou não na Champions.
O clima entre treinador e jogadores dificilmente melhorará, como tal se em Barcelona as coisas, corretem mal, então será a altura de Rui Costa romper completamente com o passado recente, uma vez que a escolha de Jesus constituiu um às de trunfo de LFV, nas eleições do ano passado, e começar do zero, com calma.
Jesus está a ficar com pouco espaço, e se Domingo, o Benfica não ganhar ao Braga, já com publico nas bancadas , temo que se agudize todo este problema.
Rui Costa tem a palavra.














